100 Flexões

Programa de 100 Flexões

46-50 flexões

Se durante o teste efectuares 46-50 flexões
Dia 1 – 60 segundos entre as séries (ou mais)
Série 1 30
Série 2 34
Série 3 30
Série 4 30
Série 5 max (mínimo 40)
Pelo menos 1 dia de intervalo
Dia 2
45 segundos entre as séries (ou mais)
Dia 3
45 segundos entre as séries (ou mais)
Série 1 19 Série 1 20
Série 2 19 Série 2 20
Série 3 23 Série 3 27
Série 4 23 Série 4 27
Série 5 19 Série 5 21
Série 6 19 Série 6 21
Série 7 22 Série 7 21
Série 8 max (mínimo 37 ) Série 8 max (mínimo 44 )
Pelo menos 1 dia de intervalo Pelo menos 2 dias de intervalo
 

 

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Flexões e saúde óssea

Fala-se das flexões como um movimento para a parte superior do corpo, e são-no. Mas pertencem também a uma família mais ampla que vale a pena conhecer: o exercício com sustentação de peso. É qualquer atividade em que o corpo trabalha contra a gravidade, e é uma das coisas a que os investigadores continuam a voltar quando a conversa se vira para manter os ossos em boa forma à medida que envelhecemos.

Ajuda lembrar que o osso não é o andaime seco e acabado que parece num diagrama. É tecido vivo, constantemente desfeito e reconstruído. O osso tende a responder às cargas que se lhe colocam: dê-lhe um estímulo regular e sensato e ele tem uma razão para se manter denso. Não faça nada e a massa tende a esvair-se ao longo dos anos, sobretudo mais tarde na vida.

Onde entra a flexão

É aqui que a flexão ganha o seu lugar. Cada repetição envia carga pelos pulsos, antebraços e ombros enquanto o core segura a linha, e esse tipo de carga é exatamente o género de estímulo pelo qual o exercício com sustentação de peso é valorizado. Por si só, uma flexão não é um programa para os ossos. Mas, como uma peça honesta e sem equipamento de uma rotina mais ampla, pode ajudar a apoiar a saúde óssea a par de tudo o resto que faz.

O que ela lhe pede

  • Carga pelos braços: os seus pulsos, antebraços e ombros suportam uma parte real do peso do corpo em cada repetição, e uma carga controlada como essa é o tipo de sinal a que o osso responde.
  • Músculo à volta da articulação: as flexões constroem o músculo que apoia os ombros e a coluna, o que tende a tornar o movimento do dia a dia mais firme.
  • Postura e controlo: manter uma linha reta da cabeça aos calcanhares treina os pequenos estabilizadores que o mantêm direito em vez de curvado.

Fazê-la funcionar em qualquer idade

O que é bom na flexão é que escala. Um adolescente desfia repetições completas; um trabalhador de escritório encaixa umas quantas honestas entre reuniões; um adulto mais velho pode apoiar-se numa parede ou numa bancada firme e obter boa parte do benefício sem a tensão. O mesmo movimento, afinado ao corpo que o faz. Progrida devagar, mantenha os pulsos e os ombros alinhados e acrescente repetições apenas quando a série atual parecer genuinamente fácil.

Nada disto substitui aconselhamento médico. Se é mais velho, está a recuperar de uma lesão ou já lida com alguma condição óssea ou articular, fale com um profissional de saúde antes de começar. Depois deixe que a flexão seja o hábito pequeno e repetível que discretamente sustenta o resto da sua rotina.